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segunda-feira, 30 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Tarefa 3_2ª Parte
Comentário ao trabalho da colega Isabel Garcia
Olá Isabel,
Decidi comentar o teu trabalho porque acho que está muito interessante e bem construído. Decerto que a audiência à qual ele se destina ficará bem elucidada em relação ao modelo de auto-avaliação e à sua importância para a escola/agrupamento, tendo em conta o novo paradigma educacional do século XXI.
Não posso, contudo, deixar de fazer algumas sugestões que, julgo, tornariam a tua apresentação mais eficaz:
- A apresentação no seu todo está um pouco longa. Como sabes, os níveis de atenção perdem-se ao fim de pouco tempo. Julgo que a informação que colocaste e o número de slides (33 no total) poderão fazer com que haja alguma dispersão na audiência;
- Na sequência do anteriormente referido, penso que alguma informação aparece repetida, sem que tal aparente ser necessário. Exemplo: tens 3 slides com o “envolvimento dos utilizadores” (24 a 26), e mais um (o 30) com os “recursos humanos envolvidos”.
Gostaria de terminar com uma citação que poderia muito bem servir de mote para este processo que iremos implementar neste ano lectivo:
“Self-evaluation is valuable. It may seem initially demanding, perhaps even threatening, but it is also enlightening, invigorating, and a very potent catalyst for change and development” in Scott, Elspeth (2002) “How good is your school library resource centre? An introduction to performance measurement”. 68th IFLA Council and General Conference August. [versão online] disponível em: http://www.ifla.org/IV/ifla68/papers/028-097e.pdf (consult. em 19/11/2009).
Continuação de bom trabalho,
Alexandra Lima
Olá Isabel,
Decidi comentar o teu trabalho porque acho que está muito interessante e bem construído. Decerto que a audiência à qual ele se destina ficará bem elucidada em relação ao modelo de auto-avaliação e à sua importância para a escola/agrupamento, tendo em conta o novo paradigma educacional do século XXI.
Não posso, contudo, deixar de fazer algumas sugestões que, julgo, tornariam a tua apresentação mais eficaz:
- A apresentação no seu todo está um pouco longa. Como sabes, os níveis de atenção perdem-se ao fim de pouco tempo. Julgo que a informação que colocaste e o número de slides (33 no total) poderão fazer com que haja alguma dispersão na audiência;
- Na sequência do anteriormente referido, penso que alguma informação aparece repetida, sem que tal aparente ser necessário. Exemplo: tens 3 slides com o “envolvimento dos utilizadores” (24 a 26), e mais um (o 30) com os “recursos humanos envolvidos”.
Gostaria de terminar com uma citação que poderia muito bem servir de mote para este processo que iremos implementar neste ano lectivo:
“Self-evaluation is valuable. It may seem initially demanding, perhaps even threatening, but it is also enlightening, invigorating, and a very potent catalyst for change and development” in Scott, Elspeth (2002) “How good is your school library resource centre? An introduction to performance measurement”. 68th IFLA Council and General Conference August. [versão online] disponível em: http://www.ifla.org/IV/ifla68/papers/028-097e.pdf (consult. em 19/11/2009).
Continuação de bom trabalho,
Alexandra Lima
Comentário da colega Gregória Prata ao meu trabalho
Vou fazer um comentário sucinto.
Partindo da ideia principal de que a ligação entre a biblioteca escolar, a escola e o sucesso educativo é hoje um facto assumido por Organizações e Associações Internacionais que a definem como um núcleo de trabalho e aprendizagem ao serviço da escola, destaco a forma concisa e sequencial como organizou a informação nos diapositivos, procurando transmitir essa mesma ideia, permitindo, ao mesmo tempo, elucidar sobre o modelo de auto-avaliação.
O aspecto gráfico do power point, também, é bastante agradável o que permite captar a atenção de toda a comunidade educativa.
Penso que ao apresentar o seu trabalho, haverá uma mudança de atitude e o reconhecimento do valor da BE por todos. Esperemos, todos nós, que com este trabalhos, a cultura e valor da BE sofra as alterações necessárias de forma a haver uma ligação forte entre a escola e a biblioteca que se possa assumir como determinante no sucesso educativo dos nossos alunos.
A formanda
Gregória Prata
Partindo da ideia principal de que a ligação entre a biblioteca escolar, a escola e o sucesso educativo é hoje um facto assumido por Organizações e Associações Internacionais que a definem como um núcleo de trabalho e aprendizagem ao serviço da escola, destaco a forma concisa e sequencial como organizou a informação nos diapositivos, procurando transmitir essa mesma ideia, permitindo, ao mesmo tempo, elucidar sobre o modelo de auto-avaliação.
O aspecto gráfico do power point, também, é bastante agradável o que permite captar a atenção de toda a comunidade educativa.
Penso que ao apresentar o seu trabalho, haverá uma mudança de atitude e o reconhecimento do valor da BE por todos. Esperemos, todos nós, que com este trabalhos, a cultura e valor da BE sofra as alterações necessárias de forma a haver uma ligação forte entre a escola e a biblioteca que se possa assumir como determinante no sucesso educativo dos nossos alunos.
A formanda
Gregória Prata
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Tarefa 3_1ª parte
Powerpoint: Modelo de Auto-Avaliação da BE do Agrupamento de Escolas João Roiz (Castelo Branco)
A A V B E
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domingo, 15 de novembro de 2009
Tarefa 2_2ª parte
Comentário ao trabalho da colega Maria Celina Martins
Olá Celina, boa noite.
Hoje és tu a vítima do “esmiuçanso” (cá estou eu armada em Mia Couto).
Escolhi o teu trabalho pois ele é o reflexo do rigor que colocas em tudo o que fazes.
Pontos fortes:
* Organização do trabalho, em que não te limitas, como eu fiz e entendi ser o objectivo da tarefa, a planificar o conteúdo do Workshop, mas já incluíste todos os aspectos relacionados com a logística do próprio workshop, nomeadamente no que se refere ao público-alvo, objectivos gerais e específicos e metodologia a seguir;
* As pistas para reflexão que colocas no final do trabalho são muito pertinentes.
Pontos fracos:
* Selecção do público-alvo. Porquê apenas os membros do conselho pedagógico e das estruturas intermédias? Não é toda a escola que está implicada neste processo?
* Tratando-se de uma apresentação bastante extensa fazem falta botões de navegação e um menu que permitissem saltar para as várias partes da apresentação sem ter de percorrer a totalidade dos diapositivos. (Este ponto é obviamente um pormenor, num trabalho onde há muito pouco a apontar de menos positivo).
Um beijinho
A colega Alexandra Lima
Olá Celina, boa noite.
Hoje és tu a vítima do “esmiuçanso” (cá estou eu armada em Mia Couto).
Escolhi o teu trabalho pois ele é o reflexo do rigor que colocas em tudo o que fazes.
Pontos fortes:
* Organização do trabalho, em que não te limitas, como eu fiz e entendi ser o objectivo da tarefa, a planificar o conteúdo do Workshop, mas já incluíste todos os aspectos relacionados com a logística do próprio workshop, nomeadamente no que se refere ao público-alvo, objectivos gerais e específicos e metodologia a seguir;
* As pistas para reflexão que colocas no final do trabalho são muito pertinentes.
Pontos fracos:
* Selecção do público-alvo. Porquê apenas os membros do conselho pedagógico e das estruturas intermédias? Não é toda a escola que está implicada neste processo?
* Tratando-se de uma apresentação bastante extensa fazem falta botões de navegação e um menu que permitissem saltar para as várias partes da apresentação sem ter de percorrer a totalidade dos diapositivos. (Este ponto é obviamente um pormenor, num trabalho onde há muito pouco a apontar de menos positivo).
Um beijinho
A colega Alexandra Lima
Comentário da colega Luísa Filipe ao meu trabalho
Olá Alexandra:
Cabe-me agora a mim esmiuçar o teu trabalho(mas não é de propósito!). Depois de ler o teu trabalho, só posso dizer que gostei bastante por ser muito claro, conciso, explícito, sintéctico e bastante agradável do ponto de vista da apresentação gráfica (o que conta muito, quando nos dirigimos a um público que não fala bibliotequês...). Quanto a mim outro ponto forte é que sublinhaste muito bem a necessidade de este processo envolver toda a Escola, posição com a qual concordo plenamente até porque se for um trabalho conscencioso e bem feito, dele resultarão benefícios para todos. O processo de auto-avaliação das BE pretende acima de tudo a melhoria contínua de um serviço que, como referiste, é uma mais-valia importante na Escola.
Quanto aos pontos fracos (e contra mim falo, como podes perceber se deitaste o olho para o que fiz...) fugiste um pouco ao tema que era proposto - a planificação de um Workshop formativo de apresentação do modelo de auto-avaliação da BE. Na verdade penso que o que se pretendia era o enunciar de algumas acções a realizar (entre elas poderia enquadrar-se e muito bem este PP) no sentido de informar/formar a Comundide educativa sobre a aplicação do modelo. Claro que tu pensaste (como eu também, aliás, "mea culpa") que esta era uma forma de juntar o útil ao agradável e aplicaste-te na feitura do instrumento que, em termos práticos, poderás usar por exemplo, no Conselho Pedagógico, para apresentar o modelo e em breves palavras explicá-lo. Bom não sei se fizemos mal ou bem mas o que é certo é que já temos uma parte do trabalho realizado.
Beijinhos e continuação de um bom trabalho.
Luisa
Cabe-me agora a mim esmiuçar o teu trabalho(mas não é de propósito!). Depois de ler o teu trabalho, só posso dizer que gostei bastante por ser muito claro, conciso, explícito, sintéctico e bastante agradável do ponto de vista da apresentação gráfica (o que conta muito, quando nos dirigimos a um público que não fala bibliotequês...). Quanto a mim outro ponto forte é que sublinhaste muito bem a necessidade de este processo envolver toda a Escola, posição com a qual concordo plenamente até porque se for um trabalho conscencioso e bem feito, dele resultarão benefícios para todos. O processo de auto-avaliação das BE pretende acima de tudo a melhoria contínua de um serviço que, como referiste, é uma mais-valia importante na Escola.
Quanto aos pontos fracos (e contra mim falo, como podes perceber se deitaste o olho para o que fiz...) fugiste um pouco ao tema que era proposto - a planificação de um Workshop formativo de apresentação do modelo de auto-avaliação da BE. Na verdade penso que o que se pretendia era o enunciar de algumas acções a realizar (entre elas poderia enquadrar-se e muito bem este PP) no sentido de informar/formar a Comundide educativa sobre a aplicação do modelo. Claro que tu pensaste (como eu também, aliás, "mea culpa") que esta era uma forma de juntar o útil ao agradável e aplicaste-te na feitura do instrumento que, em termos práticos, poderás usar por exemplo, no Conselho Pedagógico, para apresentar o modelo e em breves palavras explicá-lo. Bom não sei se fizemos mal ou bem mas o que é certo é que já temos uma parte do trabalho realizado.
Beijinhos e continuação de um bom trabalho.
Luisa
sábado, 14 de novembro de 2009
Tarefa 2_1ª Parte
Powerpoint » "Modelo de Auto-Avaliação da BE"
Nota: Aconselho a visualização no "slideshare" (clicando no botão no canto inferior direito da imagem acima), pois a visualização no blog não está a apresentar as fonts correctas.
Modelo Auto Av BE
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quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Tarefa 1_2ª Parte
Comentário ao trabalho da colega Maria Luísa Carreiro Filipe
Após a leitura do teu trabalho, optei por centrar a minha análise nos domínios que considerei mais pertinentes.
Assim, no domínio das competências do PB, destaco a importância que dás à necessidade de formação por parte do PB, que deve estar constantemente actualizado. Noto pela análise global do teu trabalho que possuis, de facto, uma vasta formação e experiência em BE. Apesar disto, sobressai alguma ansiedade perante todas as novas tarefas a que o cargo obriga e a escassez de tempo para as realizar, sobretudo devido à limitação do horário da PB (apenas 13 horas semanais). Este facto é, de alguma forma, tranquilizador para mim, porque se como referi, o vasto elenco de atribuições do PB é assustador para alguém com tanta experiência, muito mais será para alguém que, como eu, está no início destas funções. Referes também como mais-valia o facto da equipa da BE integrar docentes e funcionários com conhecimentos vastos nas TIC. Tal é essencial, mas a pessoa que deve possuir preferencialmente mais conhecimentos em TIC é o PB, pela posição que ocupa na equipa, o que me parece não ser o caso, como aliás acontece na maioria das BE.
Da análise da tua matriz destaca-se também que a BE que coordenas tem estabelecido uma série de parcerias com instituições exteriores ao Agrupamento, com destaque para a Câmara Municipal. Não deixa de ser, contudo, preocupante que apesar dessa mais-valia inquestionável, se continuem a verificar constrangimentos que muito vêm dificultar o correcto funcionamento da BE. O facto do funcionário com formação adequada ter transitado para os serviços da Câmara Municipal é disso um exemplo. Outro é a instabilidade dos recursos humanos afectos à BE, que continuam a sê-lo por necessidade de preenchimento de horários dos professores. Desta forma, como é óbvio, não sentem a necessidade de investir em formação na BE.
Quanto aos domínios da BE como espaço de conhecimento e aprendizagem e formação para as leituras e literacias, é bem visível a colaboração profícua sobretudo com o Pré-Escolar e 1º Ciclo, mas há uma falha assumida no 3º ciclo. Será interessante analisar as causas da quebra de interesse por parte destes alunos e a procura de estratégias para a debelar. Se me é permitida uma sugestão enquanto professora de Língua Portuguesa com experiência no 3º ciclo, o trabalho colaborativo com o Departamento de Línguas e em particular com o grupo disciplinar de Português é fundamental. Só trabalhando em conjunto se conseguirá superar esta realidade crónica.
Finalmente, penso que a tua síntese aponta os caminhos a seguir para obter os resultados pretendidos tendo em conta o novo perfil do PB, bem como os constrangimentos que vamos ter de enfrentar. Assim haja o empenho de todos os envolvidos neste processo, a começar pela Direcção das escolas e a acabar em todos os frequentadores da BE.
Continuação de bom trabalho.
Alexandra Lima
Resposta da colega ao meu comentário
Olá Alexandra:
Agradeço o teu comentário ao trabalho que realizei e gostaria apenas de referir o seguinte: não esqueças que embora a experiência seja um factor importante, não o é menos a motivação e o empenhamento para realizar aquilo que gostamos e eu penso que tu tens essa motivação. Quanto ao que referes de ser importante a experiência em TIC do PB faço "mea culpa" porque reside aí uma das minhas falhas, mas explico porquê. É que sempre tenho tido a integrar a equipa da BE, desde há anos a esta parte, pessoas que são autênticas "barras" nesse campo e que que me têm facilitado realizando o trabalho nesse campo. Claro que uma das minhas prioridades vai ser o investir na minha própria formação em TIC. Mas por vezes o factor tempo e disponibilidade não tem ajudado. Em relação ao funcionário que tínhamos na equipa, não foi a CM que o veio, por assim dizer, buscar à BE. Ele é que preferiu ir trabalhar na BM, certamente por uma questão de futura carreira. De qualquer forma, e como aspecto positivo, saliento que o novo funcionário (anteriormente Guarda-Nocturno) possui formação superior na área da Música e desde que soube que iria ocupar este cargo na BE, logo em Junho e novamente em finais de Agosto e Setembro, frequentou uma acção de formação, nesta área, para não docentes. Quanto ao futuro prevejo que a relação com o Grupo de Línguas, principalmente com as novas docentes de LP entretanto colocadas na Escola, vai ser bastante positivo, tanto que uma delas integra a equipa da BE e servirá de laço privilegiado com o Departamento de Línguas e, em conjunto elaborámos já um projecto de leitura para os alunos do 3º Ciclo. Não posso terminar sem referir o bom relacionamento com a Direcção da Escola que está aberta às solicitações que têm sido feitas quanto a projectos novos a levar a cabo o que é igualmente uma mais valia importante. E pronto, como já me conheces, estou sempre pronta para lançar mãos à obra. Obrigado pelo comentário e continuação de bom trabalho!
Luisa
Após a leitura do teu trabalho, optei por centrar a minha análise nos domínios que considerei mais pertinentes.
Assim, no domínio das competências do PB, destaco a importância que dás à necessidade de formação por parte do PB, que deve estar constantemente actualizado. Noto pela análise global do teu trabalho que possuis, de facto, uma vasta formação e experiência em BE. Apesar disto, sobressai alguma ansiedade perante todas as novas tarefas a que o cargo obriga e a escassez de tempo para as realizar, sobretudo devido à limitação do horário da PB (apenas 13 horas semanais). Este facto é, de alguma forma, tranquilizador para mim, porque se como referi, o vasto elenco de atribuições do PB é assustador para alguém com tanta experiência, muito mais será para alguém que, como eu, está no início destas funções. Referes também como mais-valia o facto da equipa da BE integrar docentes e funcionários com conhecimentos vastos nas TIC. Tal é essencial, mas a pessoa que deve possuir preferencialmente mais conhecimentos em TIC é o PB, pela posição que ocupa na equipa, o que me parece não ser o caso, como aliás acontece na maioria das BE.
Da análise da tua matriz destaca-se também que a BE que coordenas tem estabelecido uma série de parcerias com instituições exteriores ao Agrupamento, com destaque para a Câmara Municipal. Não deixa de ser, contudo, preocupante que apesar dessa mais-valia inquestionável, se continuem a verificar constrangimentos que muito vêm dificultar o correcto funcionamento da BE. O facto do funcionário com formação adequada ter transitado para os serviços da Câmara Municipal é disso um exemplo. Outro é a instabilidade dos recursos humanos afectos à BE, que continuam a sê-lo por necessidade de preenchimento de horários dos professores. Desta forma, como é óbvio, não sentem a necessidade de investir em formação na BE.
Quanto aos domínios da BE como espaço de conhecimento e aprendizagem e formação para as leituras e literacias, é bem visível a colaboração profícua sobretudo com o Pré-Escolar e 1º Ciclo, mas há uma falha assumida no 3º ciclo. Será interessante analisar as causas da quebra de interesse por parte destes alunos e a procura de estratégias para a debelar. Se me é permitida uma sugestão enquanto professora de Língua Portuguesa com experiência no 3º ciclo, o trabalho colaborativo com o Departamento de Línguas e em particular com o grupo disciplinar de Português é fundamental. Só trabalhando em conjunto se conseguirá superar esta realidade crónica.
Finalmente, penso que a tua síntese aponta os caminhos a seguir para obter os resultados pretendidos tendo em conta o novo perfil do PB, bem como os constrangimentos que vamos ter de enfrentar. Assim haja o empenho de todos os envolvidos neste processo, a começar pela Direcção das escolas e a acabar em todos os frequentadores da BE.
Continuação de bom trabalho.
Alexandra Lima
Resposta da colega ao meu comentário
Olá Alexandra:
Agradeço o teu comentário ao trabalho que realizei e gostaria apenas de referir o seguinte: não esqueças que embora a experiência seja um factor importante, não o é menos a motivação e o empenhamento para realizar aquilo que gostamos e eu penso que tu tens essa motivação. Quanto ao que referes de ser importante a experiência em TIC do PB faço "mea culpa" porque reside aí uma das minhas falhas, mas explico porquê. É que sempre tenho tido a integrar a equipa da BE, desde há anos a esta parte, pessoas que são autênticas "barras" nesse campo e que que me têm facilitado realizando o trabalho nesse campo. Claro que uma das minhas prioridades vai ser o investir na minha própria formação em TIC. Mas por vezes o factor tempo e disponibilidade não tem ajudado. Em relação ao funcionário que tínhamos na equipa, não foi a CM que o veio, por assim dizer, buscar à BE. Ele é que preferiu ir trabalhar na BM, certamente por uma questão de futura carreira. De qualquer forma, e como aspecto positivo, saliento que o novo funcionário (anteriormente Guarda-Nocturno) possui formação superior na área da Música e desde que soube que iria ocupar este cargo na BE, logo em Junho e novamente em finais de Agosto e Setembro, frequentou uma acção de formação, nesta área, para não docentes. Quanto ao futuro prevejo que a relação com o Grupo de Línguas, principalmente com as novas docentes de LP entretanto colocadas na Escola, vai ser bastante positivo, tanto que uma delas integra a equipa da BE e servirá de laço privilegiado com o Departamento de Línguas e, em conjunto elaborámos já um projecto de leitura para os alunos do 3º Ciclo. Não posso terminar sem referir o bom relacionamento com a Direcção da Escola que está aberta às solicitações que têm sido feitas quanto a projectos novos a levar a cabo o que é igualmente uma mais valia importante. E pronto, como já me conheces, estou sempre pronta para lançar mãos à obra. Obrigado pelo comentário e continuação de bom trabalho!
Luisa
Comentário do colega Joaquim Rafael ao meu trabalho (tarefa 1)
Olá Alexandra
Vou comentar o teu trabalho relativo ao domínio : Formação para a leitura e para as literacias
No Conhecimento na área; Aspectos críticos que a Literatura identifica;
Referes:
Desenvolvimento de competências de leitura e de um programa de literacia da informação integrado no desenvolvimento curricular.
Na Biblioteca Escolar; Pontos Fortes;
Referes:
Colocação dos recursos da BE ao serviço das áreas curriculares do 1º ciclo.
Na Biblioteca Escolar; Como ameaças;
Referes:
Dificuldade em vencer as resistências de alguns professores fechados à colaboração com a BE.
Na Biblioteca Escolar; Desafios. Acções a implementar;
Referes
Planificar e elaborar com os docentes dos vários Departamentos Curriculares documentos uniformizadores que visem a aquisição, por parte de todos os utilizadores da BE, das competências de literacia da informação.
Deste modo vou fazer um comentário relativo à questão da literatura / currículo, aspecto cuja ligação é cada vez mais influente na construção do conhecimento.
É hoje inquestionável a importância do papel da BE como instrumento fundamental no apoio ao currículo. Se há alguns anos atrás as BE assentavam grande parte da sua estratégia em centrar a sua atenção no livro recreativo, e nas estratégias de sedução dos alunos para a leitura livre e espontânea, hoje sem perder de vista esse objectivo, este alarga-se para outros domínios e áreas curriculares transformando-se numa ferramenta de apoio ao cumprimento do currículo nas diferentes áreas. Por outro lado assiste-se a um aumento significativo de edição de obras onde conteúdos científicos, históricos, sociais surgem enquadrados em narrativas bastante criativas, com uma escrita muito adequada e atraente.
O grande desafio do professor bibliotecário é conhecer a fundo todos os documentos existentes na BE, manter um olhar atento a novas publicações verificar as suas potencialidades na articulação com as diversas áreas do currículo, nos vários níveis de escolaridade e passar essa informação aos professores e alunos. Para este desempenho é necessário que o professor bibliotecário conheça bem os fundos documentais, ler e observar tudo o que existe e dá entrada na biblioteca. Surge desde logo um problema associado a este propósito. Os professores bibliotecários despendem cada vez mais tempo nas actividades de organização da documentação, difusão da informação, e organização de actividades, não dispondo do tempo necessário para ler e observar todos os fundos documentais, verificar as potencialidades de cada um e cruzá-los com os vários conteúdos disciplinares. É um trabalho muito exaustivo, a necessitar de tempo disponível.
Este trabalho exige o conhecimento do currículo, dos diversos anos de escolaridade, o conhecimento das planificações, e o conhecimento dos fundos documentais. É um trabalho muito fastidioso e requer bastante tempo na sua concepção e operacionalização. No entanto é um trabalho de grande importância. A articulação curricular é no entanto mais simples no 1º CEB. Pese embora as diferentes áreas curriculares merecerem abordagens autónomas, o facto de ser em regime de monodocência, simplifica este trabalho, onde as áreas curriculares se cruzam frequentemente. Este trabalho nos outros ciclos é um pouco mais complicado em termos de metodologia. Embora os saberes no aluno não estejam compartimentados, pois como sabemos não temos horas para “pensar Matemática”, para “pensar Ciências” o currículo exige um tratamento disciplinar compartimentado e com diferentes professores, em diferentes horários. No entanto é possível cruzar transversalmente saberes dentro dos conteúdos disciplinares, bem como em projectos transdisciplinares que vão acontecendo cada vez com mais frequência, uma grande parte a partir das dinâmicas das BEs.
É hoje reconhecida a importância de garantir aos alunos perspectivas diversificadas de informações em diferentes suportes, permitindo uma melhor acepção do conhecimento, contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes, com possibilidades de questionar a sociedade num permanente exercício de cidadania. A aprendizagem poderá enriquecer-se quando a diversificamos, e quando diversificamos os seus instrumentos.
A aprendizagem tendo como suporte o manual, é limitativa, devendo derivar para outras formas de conhecimento. É também uma forma de democratizar a escola. Existem alunos em contextos familiares que não têm acesso a outras formas de conhecimento para além do compêndio, e se escola não proporciona outras fontes, então estes alunos estarão em grande desvantagem sobre aqueles que em casa terão acesso a outro tipo de informações.
Existe felizmente, uma grande variedade de obras literárias com potenciais de abordagens, programas a incentivar o uso do livro, com actual destaque para o Plano Nacional de Leitura, e um sem número de obras no mercado editorial que é necessário estar atento. Estabelecer as sinergias entre o currículo e as obras, descobrir potencialidades no texto literário a explorar, eis o grande desafio dos professores com acrescidas responsabilidades dos professores bibliotecários. O trabalho colaborativo é assim essencial no cumprimento daqueles desígnios. Provavelmente poderá estar aqui a resposta para algumas partes do currículo menos atraente, criando-se algumas alternativas de modo a tornar o processo ensino aprendizagem mais rico e diversificado. É também estabelecer pontes para a vida!
Cumprimentos
Bom trabalho
(Minha resposta)
Olá Joaquim
Apesar de fazermos parte da mesma rede inter-concelhia, apenas tive oportunidade de te conhecer na 1ª sessão desta formação em Coimbra. Gostaria de agradecer o teu comentário, pois o que escreves é exactamente aquilo que eu espero vir a conseguir enquanto PB. Confesso que sinto alguma ansiedade por querer desde já fazer tudo da melhor forma neste 1º ano no cargo. Também acho que esta formação pode ser muito útil para criar hábitos de colaboração entre nós que perdurem para além da formação. Tanto mais porque muitos novatos como eu muito agradecem o apoio de quem, como tu, já possui larga experiência nestas andanças.
Um abraço,
Alexandra Lima
Vou comentar o teu trabalho relativo ao domínio : Formação para a leitura e para as literacias
No Conhecimento na área; Aspectos críticos que a Literatura identifica;
Referes:
Desenvolvimento de competências de leitura e de um programa de literacia da informação integrado no desenvolvimento curricular.
Na Biblioteca Escolar; Pontos Fortes;
Referes:
Colocação dos recursos da BE ao serviço das áreas curriculares do 1º ciclo.
Na Biblioteca Escolar; Como ameaças;
Referes:
Dificuldade em vencer as resistências de alguns professores fechados à colaboração com a BE.
Na Biblioteca Escolar; Desafios. Acções a implementar;
Referes
Planificar e elaborar com os docentes dos vários Departamentos Curriculares documentos uniformizadores que visem a aquisição, por parte de todos os utilizadores da BE, das competências de literacia da informação.
Deste modo vou fazer um comentário relativo à questão da literatura / currículo, aspecto cuja ligação é cada vez mais influente na construção do conhecimento.
É hoje inquestionável a importância do papel da BE como instrumento fundamental no apoio ao currículo. Se há alguns anos atrás as BE assentavam grande parte da sua estratégia em centrar a sua atenção no livro recreativo, e nas estratégias de sedução dos alunos para a leitura livre e espontânea, hoje sem perder de vista esse objectivo, este alarga-se para outros domínios e áreas curriculares transformando-se numa ferramenta de apoio ao cumprimento do currículo nas diferentes áreas. Por outro lado assiste-se a um aumento significativo de edição de obras onde conteúdos científicos, históricos, sociais surgem enquadrados em narrativas bastante criativas, com uma escrita muito adequada e atraente.
O grande desafio do professor bibliotecário é conhecer a fundo todos os documentos existentes na BE, manter um olhar atento a novas publicações verificar as suas potencialidades na articulação com as diversas áreas do currículo, nos vários níveis de escolaridade e passar essa informação aos professores e alunos. Para este desempenho é necessário que o professor bibliotecário conheça bem os fundos documentais, ler e observar tudo o que existe e dá entrada na biblioteca. Surge desde logo um problema associado a este propósito. Os professores bibliotecários despendem cada vez mais tempo nas actividades de organização da documentação, difusão da informação, e organização de actividades, não dispondo do tempo necessário para ler e observar todos os fundos documentais, verificar as potencialidades de cada um e cruzá-los com os vários conteúdos disciplinares. É um trabalho muito exaustivo, a necessitar de tempo disponível.
Este trabalho exige o conhecimento do currículo, dos diversos anos de escolaridade, o conhecimento das planificações, e o conhecimento dos fundos documentais. É um trabalho muito fastidioso e requer bastante tempo na sua concepção e operacionalização. No entanto é um trabalho de grande importância. A articulação curricular é no entanto mais simples no 1º CEB. Pese embora as diferentes áreas curriculares merecerem abordagens autónomas, o facto de ser em regime de monodocência, simplifica este trabalho, onde as áreas curriculares se cruzam frequentemente. Este trabalho nos outros ciclos é um pouco mais complicado em termos de metodologia. Embora os saberes no aluno não estejam compartimentados, pois como sabemos não temos horas para “pensar Matemática”, para “pensar Ciências” o currículo exige um tratamento disciplinar compartimentado e com diferentes professores, em diferentes horários. No entanto é possível cruzar transversalmente saberes dentro dos conteúdos disciplinares, bem como em projectos transdisciplinares que vão acontecendo cada vez com mais frequência, uma grande parte a partir das dinâmicas das BEs.
É hoje reconhecida a importância de garantir aos alunos perspectivas diversificadas de informações em diferentes suportes, permitindo uma melhor acepção do conhecimento, contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes, com possibilidades de questionar a sociedade num permanente exercício de cidadania. A aprendizagem poderá enriquecer-se quando a diversificamos, e quando diversificamos os seus instrumentos.
A aprendizagem tendo como suporte o manual, é limitativa, devendo derivar para outras formas de conhecimento. É também uma forma de democratizar a escola. Existem alunos em contextos familiares que não têm acesso a outras formas de conhecimento para além do compêndio, e se escola não proporciona outras fontes, então estes alunos estarão em grande desvantagem sobre aqueles que em casa terão acesso a outro tipo de informações.
Existe felizmente, uma grande variedade de obras literárias com potenciais de abordagens, programas a incentivar o uso do livro, com actual destaque para o Plano Nacional de Leitura, e um sem número de obras no mercado editorial que é necessário estar atento. Estabelecer as sinergias entre o currículo e as obras, descobrir potencialidades no texto literário a explorar, eis o grande desafio dos professores com acrescidas responsabilidades dos professores bibliotecários. O trabalho colaborativo é assim essencial no cumprimento daqueles desígnios. Provavelmente poderá estar aqui a resposta para algumas partes do currículo menos atraente, criando-se algumas alternativas de modo a tornar o processo ensino aprendizagem mais rico e diversificado. É também estabelecer pontes para a vida!
Cumprimentos
Bom trabalho
(Minha resposta)
Olá Joaquim
Apesar de fazermos parte da mesma rede inter-concelhia, apenas tive oportunidade de te conhecer na 1ª sessão desta formação em Coimbra. Gostaria de agradecer o teu comentário, pois o que escreves é exactamente aquilo que eu espero vir a conseguir enquanto PB. Confesso que sinto alguma ansiedade por querer desde já fazer tudo da melhor forma neste 1º ano no cargo. Também acho que esta formação pode ser muito útil para criar hábitos de colaboração entre nós que perdurem para além da formação. Tanto mais porque muitos novatos como eu muito agradecem o apoio de quem, como tu, já possui larga experiência nestas andanças.
Um abraço,
Alexandra Lima
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sábado, 7 de novembro de 2009
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